Ninguém será submetido à tortura nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante. Enquanto isso na China... A foto ao lado, que mostra um cristão chinês sendo interrogado e torturado, nos foi enviada, junto com toda a documentação, por um dos nossos contatos, uma pessoa da mais absoluta confiança da VdM. Os nomes dos policiais e dos cristãos foram devidamente verificados. O fotógrafo, um "membro do partido", garantiu aos policiais que as fotos seriam enviadas aos seus superiores como prova do seu "trabalho consciente e dedicado", com a possibilidade até de uma "promoção". Observe que a maior parte destes cristãos está usando roupas de passeio. Eles foram torturados porque estavam reunidos para o culto fora da igreja estatal do MPTA. Os cristãos chineses que contrabandearam estas fotos nos explicaram que a tortura de cristãos na China é um fato corriqueiro. O fotógrafo está escondido e deverá permanecer assim por vários anos. Veja mais fotos clicando aqui.
Jogos Olímpicos de Beijing 2008: A pior farsa da história das Olimpíadas
PS. Não sei quanto a vocês, mas, sinto vergonha diante de nossos irmãos na china... Porque enquanto estamos aqui discutindo teologia, doutrina, igrejas e outras mazelas sob o respaldo democracia... Lá, eles estão sofrendo forte perseguição e opressão por causa do cristianismo independe de cada um. Deus, eu peço por esses irmãos! Que tenham força e coragem para carregar o Teu nome... e que a fé deles não esmoreça!!! E misericórdia de nós...
News Release: RC Sproul Jr. Announces "Beer Church"
RC Sproul Jr recently announced that he's stepping down as pastor of the Mendota parish of St. Peter Presbyterian Church to pursue full-time his fund raising efforts for the Highlands Study Center. The heat has just gotten way too intense in the kitchen, so it's time for RC to move on. But that doesn't mean that just by stepping down his problems are all over.
Because of the likelihood that RC Sproul Jr could get the boot from the RPCGA, and because he really needs to have the Highlands Study Center under some kind of a church (to at least try and give the appearance that it's not just a sham), RC's announced plans to start a new church.
RC Sproul Jr has aptly named his new church "Beer Church," and he makes no pretenses about his goals. He's also announced that he's not going to be part of any other denomination that would have the unmitigated gall to want to hold him accountable to some annoying standards that are just a nuisance to a freewheeling Scotsman like RC Sproul Jr. RC wants a church where there's never a "last call" on the booze, and no pesky Presbytery telling him what to do.
RC's motto used to be "We're Presbyterians so we smoke and we drink." But now he's all done with being a Presbyterian, and since he gave up smoking and chewing tobacco, now the motto will simply be, "Beer Church, we drink!"
"I'm really fed up with all those whiny pantywaists who come and visit St. Peter and they get all offended just because we like to have parties and get liquored up. Keggers and whiskey binges have been a big part of my life ever since I was just a little kid growing up in Ligonier, Pennsylvania. Do people really expect that just because I'm an ordained pastor I should have to give up throwing keggers? That's stupid. Besides which, if I had to cut back on the drinking I think it'd cause me to stumble."
"I'll admit that in the past I wasn't real up front with people who came to visit St. Peter church about what I was all about. 'Saint Peter Presbyterian Church' after all doesn't especially sound real disclosing about the fact that we're partyers. We thought about changing the name to 'Saint Peter Let's Get Liquored Up Presbyterian Church,' but that's just way too long. But 'Beer Church' is short and sweet, and now no one will have any excuses to not know what we're all about."
"Our plan is within a year or so to start a second parish. Next to beer I really like whiskey, so I think our second church we'll call 'Whiskey Church.' Our third parish is kind of a toss up between 'Tequila Church' or 'Margarita Church.' I do like tequila, but not nearly as much as Scotch whiskey. If I'm gonna toss back a few shots I'd rather be downing a good Scotch whiskey than tequila. We're really into diversity here, so it'll be really nice giving people a choice of their favorite liquor, umm, I mean church."
RC Sproul Jr will need to be raising money fast for his new church, so he's offering ordinations in Beer Church. If you've ever wanted to be an ordained minister, here's your big chance. For a limited time RC will personally ordain you for a mere $1,000.00, and you'll get this certificate of ordination, suitable for framing. Now you too can become a certified "Rev. Right Honorable Partymaster, etc. etc."
And for a limited time only, along with your ordination certificate you'll also receive your very own church sign.
Act quickly. This is a limited-time offer, and RC doesn't hand these things out to just anyone.
From http://rc-sproul-jr.netfirms.com/rc_sproul_jr_beer-church.html
Uma vez eu escrevi um texto com um pensamento do Dietrich Bonhoeffer "Se você vê um caminhão indo em direção a um grupo de crianças o que você vai fazer?". Mas o que me move a escrever essas coisas do ministério chamado PERVA não é nada para deixar eles triste nem as pessoas que estão lendo que o Ministério é algo ruim, não!!! Estou escrevendo isso porque me importo com eles. Como Bonhoeffer disse a crianças no caminho dos caminhões…
No filme Vanilla Sky o mister Cruise disse que a diretoria da empresa que ele era dono se chamava 7 anões, e justamente neste ministério existe uma diretoria chamada 7 anões. No inicio desse ministério a base era a amizade e EU (JOTA) por mais que acredite em várias coisas EU (JOTA) não TROCO minhas poucas amizades por nenhum ministério ou igreja por nada!!! Amigos são amigos, os poucos que eu tenho são amigos que se possível eu vou defender até a morte (dele ou minha). Porem os 7 anões fundaram ou estavam na "administração" desse ministério até então pela amizade, vivendo um cristianismo bonitinho, indo em festinhas realizadas em igrejas, indo em acampamentos, vivendo uma vida muito bonitinha. Os 7 anões eram felizes, aquela amizade cor de rosa.
Pra você entender essa segunda parte você tem que entender um fato, eu participo (não sou dono, nem líder, nem nada) de um ministério que é meio "perigoso" para algumas pessoas, não que seja "errado", mas é um ministério com nome de "SEXO" com coisas "poucos habituais" de uma igreja pregar, ou um ministério como o PERVA ficar falando, pois o que os “pais dos adolescentes” iriam pensar? neh, aliais, na visão dos 7 anões o ministério que eu participo não tinha uma "CARA DE CRISTÃO, NEM NADA QUE FALASSE DE JESUS NO SITE DO MINISTERIO".
Quando eu fui a primeira vez no PERVA eu convidei 2 pessoas o Vermelho e a Amy para participar da SEXXXCHURCH, aliais eles aceitaram de boa, ficaram felizes de estar ajudando, oramos juntos, apresentei eles a minha família, levei eles em casa, começamos a ter um relacionamento bom, as coisas com a SXC começaram a fluir e posso dizer que a base da SXC estava se formando, começamos a trabalhar, responder e-mails, conversar, sair, Amy and Vermelho eram amigos inseparáveis. Passou alguns dias, meses e:
1. Os lideres das igrejas "associadas" do ministério PERVA começaram a reclamar da liderança (7 anões), reclamaram que alguns da liderança estavam num ministério que "pregava o sexo, que pregava uma parada errada".
1.A Um dia (Eu fui numa das igrejas "associadas" do PERVA e uma amiga nossa estava com a camiseta da SXC uma pessoa que é irmão de um pastor disse que esse "ministério não era coisa de Deus não", onde já se viu falar de sexo dentro da igreja, e começou a dar um sermão nessa minha amiga. Eu estava na frente desse cara e fiquei quieto, só ri.
2. Como os 7 anões são de igrejas diferentes, acontece muitos acampamentos, e eles costumam ajudar nesses acampamentos. Num desses acampamentos, 2 pessoas que são do PERVA mais que não tinham nada a ver com a SXC foram discriminados, por serem amigos da Amy e do Vermelho que estavam também na frente da SXC. Nos dias que se passou, eles ficaram de fora de todas as "atividades". Porque? Simplesmente porque 2 que participavam da diretoria dos 7 anões TAMBÉM participavam da SEXXXCHURCH.
3. Começou as reuniões por e-mail (vários), a pressão começou pra cima da Amy e do Vermelho. Começaram a dizer que a SXC não pregava Jesus Cristo. E a amizade dos 7 anões começaram a RUIR. Fizeram uma reunião
4. Antes disso, a comunicação do PERVA tinha linkado as paginas da SXC no blog / orkut / fotolog do PERVA, porem com essas coisas acontecendo eles acharam melhor não "ajudar" a SXC e preferiram excluir todo o contato que eles podiam com a SXC.
Como eu disse, gosto muito do PERVA, mas se um ministério que se diz "não pertencer a nenhuma igreja específica" porem quer o apoio de todas. O lado "político" fica difícil, porque imaginem se existem 4 igrejas que apóiam o PERVA e 4 igrejas mandando recados para os 7 anões? Vocês estão ajudando a SXC? Vocês estão sabendo que eles pregam sobre pornografia? Existem lideres da SXC na liderança do PERVA? E eles são "obrigados" a dar uma satisfação pra essas igrejas. Como vocês acham que fica um ministério assim?
Nesse acampamento no qual uma parte das pessoas que são do PERVA foram "ignorados" pela "igreja associada" o que me deixa mais triste foi o fato deles não saberem explicar que eles (PERVA) não tinham nenhuma ligação com a SXC. Vale lembrar que tudo que eu estou falando aqui foi gravado numa reunião que foi realizada com os ministérios SXC e o PERVA.
O motivo da reunião.mp3 vai ser falado no decorrer dos dias.
Resumo desse post
Liderança não sabendo explicar as igrejas "associadas", que eles não tinham nada a ver com a SXC mesmo com varias pessoas que vão no PERVA ajudando de alguma forma a SXC.
A amizade de vários anos sendo "expulsa" e dando lugar a nomes, nomenclaturas de ministérios.
Pressão dos 5 anões em 2 anões.
Amanha tem mais. Em amor, e só Deus sabe que é em amor que eu estou escrevendo essas coisas, só ele sabe que eu sofro, não por ministérios em si, mas pelas coisas que acontece no backstage!!! amizade é tudo sb!!!
No exato momento em que Cristo deu seu último suspiro (entregou o espírito) expirando na cruz, "... o véu no santuário do templo se rasgou em duas partes de alto a baixo ..." (Mateus 27:51), deixando o Santo dos Santos desprotegido. Conforme o Comentário Judaico do Novo Testamento (Editora Atos) isto "simbolizou o fato de que Deus estava dando a todos o acesso ao lugar mais sagrado de todos no céu conforme ensinado em JM 9:3-9; 10:19-22" (Carta aos Judeus Messiânicos = Hebreus).
A sua morte inaugura um novo tempo. Numa linguagem mais para os tempos cibernéticos, a sua morte dava início à religião do Código Aberto: a redenção somente por graça, mediante a fé, salvação a todos os que crêem, reconciliação total com Deus. Inaugurou a era do sacerdócio universal - onde todo e cada um que crê, tem acesso à sua presença.
O Código Aberto vinha sendo prenunciado nos encontros com Nicodemos - nascer de novo é um ato individual e inaugurativo para quem crê, e com a Mulher Samaritana - a água que eu lhe der matará sua sede. Nascer e beber água eram atos gratuitos e individuais. Era um código aberto - sem restrições.
O Código Aberto se consagra com a Ascensão de Cristo: mas recebereis poder ao descer sobre vós o Espirito Santo ...
O Código Aberto vai se espalhando com a conversão de Saulo - o perseguidor (aquele que queria manter o Código Fechado), e logo no capítulo seguinte ao atender a visão dada a Pedro de testemunhar aos Gentios, vemos Cornélio e seus familiares se tornando os primeiros não judeus a fazerem parte da família de Deus. "Ele não faz acepção de pessoas ... todo aquele que nele crê recebe remissão de pecados" (Atos 10:34 e 43). E "sobre os gentios foi derramado o dom do Espírito Santo" (Atos 10:45).
Ao longo dos séculos desde os tempos do Antigo Testamento até a era moderna a história do povo de Deus e do cristianismo é um relato claro e contundente de um Código Aberto, com seu clímax sendo a mensagem libertadora de Cristo que precisa e deve alcançar a todos. O Código Aberto é para todo o homem e o homem todo.
noreply@blogger.com (danieldliver),
12/05/2008 |
Daniel Vieira
The Executive Summaryi of
An Evangelical Manifesto
A Declaration of Evangelical Identity and Public Commitment May 7, 2008; Washington, D.C.
Keenly aware of this hour of history, we as a representative group of Evangelicals in America address our fellow-believers and our fellow-citizens.ii We have two purposes: to clarify the confusions that surround the term Evangelical in the United States, and to explain where we stand on issues that cause consternation over Evangelicals in public life.
The global era challenges us to learn how to live with our deepest differences--especially religious differences that are ultimate and irreducible. These are not just differences between personal worldviews but between entire ways of life co-existing in the same society.
1. Our Identity First, we reaffirm our identity. Evangelicals are Christians who define themselves, their faith, and their lives according tothe Good News of Jesus of Nazareth. (The Greek word for good news was euangelion, which translated into English as evangel.) This Evangelical principle is the heart of who we are as followers of Jesus. It is not unique to us. We assert it not to attack or to exclude, but to remind and to reaffirm, and so to rally and to reform.
Evangelicals are one of the great traditions in the Christian Church. We stand alongside Christians of other traditions in both the creedal core of faith and over many issues of public concern. Yet we also hold to Evangelical beliefs that are distinct--distinctions we affirm as matters of biblical truth, recovered by the Protestant Reformation and vital for a sure knowledge of God. We Evangelicals are defined theologically, and not politically, socially, or culturally.
As followers of Jesus Christ, Evangelicals stress a particular set of beliefs that we believe are true to the life and teachings of Jesus himself. Taken together, they make us who we are. We place our emphasis on ...
Jesus, fully divine and fully human, as the only full and complete revelation of God and therefore the only Savior.
The death of Jesus on the cross, in which he took the penalty for our sins and reconciled us to God.
Salvation as God's gift grasped through faith. We contribute nothing to our salvation.
New life in the Holy Spirit, who brings us spiritual rebirth and power to live as Jesus did, reaching out to the poor, sick, and oppressed.
The Bible as God's Word written, fully trustworthy as our final guide to faith and practice.
The future personal return of Jesus to establish the reign of God.
The importance of sharing these beliefs so that others may experience God's salvation and may walk in Jesus' way.
Sadly, we repeatedly fail to live up to our high calling, and all too often illustrate our own doctrine of sin. The full list of our failures is no secret to God or to many who watch us. If we would share the good news of Jesus with others, we must first be shaped by that good news ourselves.iii
2. Our Place in Public Life Second, we wish to reposition ourselves in public life. To be Evangelical is to be faithful to the freedom, justice, peace, and well-being that are at the heart of the good news of Jesus. Fundamentalism was world-denying and politically disengaged at its outset, but Evangelicals have made a distinguished contribution to politics--attested by causes such the abolition of slavery and woman's suffrage, and by names such as John Jay, John Witherspoon, Frances Willard, and Sojourner Truth in America and William Wilberforce and Lord Shaftesbury in England.
Today, however, enormous confusion surrounds Evangelicals in public life and we wish to clarify our stand through the following assertions:
First, we repudiate two equal and opposite errors into which many Christians have fallen. One error is to privatize faith, applying it to the personal and spiritual realm only. Such dualism falsely divorces the spiritual from the secular and causes faith to lose its integrity.
The other error, made by both the religious left and the religious right, is to politicize faith, using faith to express essentially political points that have lost touch with biblical truth. That way faith loses its independence, Christians become the "useful idiots" for one political party or another, and the Christian faith becomes an ideology. Christian beliefs become the weapons of political factions.
Called to an allegiance higher than party, ideology, economic system, and nationality, we Evangelicals see it our duty to engage with politics, but our equal duty never to be completely equated with any party, partisan ideology, or nationality. The politicization of faith is never a sign of strength but of weakness.
Second, we repudiate the two extremes that define the present culture wars in the United States. On one side, we repudiate the partisans of a sacred public square, those who would continue to give one religion a preferred place in public life.
In a diverse society, it will always be unjust and unworkable to privilege one religion. We are committed to religious liberty for people of all faiths. We are firmly opposed to theocracy. And we have no desire to coerce anyone or to impose beliefs and behavior on anyone. We believe in persuasion.
On the other side, we repudiate the partisans of a naked public square, those who would make all religious expression inviolably private and keep the public square inviolably secular. This position is even less just and workable because it excludes the overwhelming majority of citizens, who are still profoundly religious. Nothing is more illiberal than to invite people into the public square but insist that they be stripped of the faith that makes them who they are.
We are committed to a civil public square -- a vision of public life in which citizens of all faiths are free to enter andengage the public square on the basis of their faith, but within a framework of what is agreed to be just and free for otherfaiths as well. Every right we assert for ourselves as Christians is a right we defend for all others.
Third, we are concerned that a generation of culture warring, reinforced by understandable reactions to religiousextremism around the world, has created a powerful backlash against all religion in public life among many educatedpeople. If this hardens into something like the European animosity toward religion in public life, the result would be disastrous for the American republic and would severely constrict liberty for people of all faiths. The striking intolerance shown by the new atheists is a warning sign.
We call on all citizens of goodwill and believers of all faiths and none to join us in working for a civil public square and the restoration of a tough-minded civility that is in the interests of all.
Fourth, we are concerned that globalization and the emerging global public square have no matching vision of how tolive with our deepest differences on the global stage. In the Internet era, everyone can listen to what we say even when we are not speaking to everyone. Global communication magnifies the challenges of living with our deepest differences.
As the global public square emerges, we warn of two equal and opposite errors: coercive secularism and religious extremism.
We also repudiate the two other positions. First, those who believe their way is the only way and the way for everyone, and are therefore prepared to coerce them. This position leads inevitably to conflict.
Second, those who believe that different values are relative to different cultures, and who therefore refuse to allow anyone to judge anyone else or any other culture. This position sounds tolerant at first, but it leads directly to the ills of complacency. In a world of such evils as genocide, slavery, female oppression, and assaults on the unborn, there are rights that must be defended, evils that must be resisted, and interventions into the affairs of others that are morally justified.
Fifth, we warn of the danger of a two-tier global public square. This is a model of public life which reserves the top tier for cosmopolitan secular liberals, and the lower tier for local religious believers. Such an arrangement would be patronizing as well as severely restricting religious liberty and justice.
We promote a civil public square, and we respect for the rights of all, even those with whom we disagree. Contrary to those who believe that "error has no rights," we respect the right to be wrong. But we also insist that "the right to believe anything" does not mean that "anything anyone believes is right." Rather, respect for conscientious differences also requires respectful debate.
We do not speak for all Evangelicals. We speak only for ourselves, yet not to ourselves. We invite all our fellow-Christians, our fellow-citizens, and people of different faiths to take note of these declarations and to respond where appropriate.
We pledge that in a world of lies, hype, and spin, we publish this declaration in words that, under God, we make our bond. People of the Good News, we desire not just to speak the Good News but to embody and be good news to our world and to our generation.
THE END
i This is an abbreviated version of the full Evangelical Manifesto which can be read at www.EvangelicalManifesto.com. ii The terms "an Evangelical" and "Evangelicals" are proper nouns, rather than common nouns, and should be spelled with an upper case -- as are the terms Roman Catholic, Orthodox, and Protestant, or Christian, Jew, and Muslim. iii This brief expression of repentance is more fully developed in the full Evangelical Manifesto.
noreply@blogger.com (danieldliver),
12/05/2008 |
Daniel Vieira
É possível acreditar em Darwin e em Deus, diz pesquisador
Em entrevista a ÉPOCA, o professor de Oxford Alister McGrath afirma que a fé ajuda a explicar o que a ciência não consegue.
Luciana Vicária
Alister McGrath e Richard Dawkins, autor do livro Deus, um delírio, têm trajetórias bastante parecidas. Ambos são cientistas de Oxford, estudiosos das ciências naturais e mostram-se abertos a novas formas de pensar, desde que as evidências o levem a isso. A diferença é que o raciocínio lógico levou Dawkins a pregar o ateísmo e McGrath a acolher a fé. Leia, nesta entrevista, como ele considera que a existência de Deus pode ajudar o conhecimento científico.
ÉPOCA - Quando você passou a acreditar em Deus? Alister McGrath - Na juventude estive apaixonadamente persuadido pela veracidade e relevância do ateísmo. Quando fui para Oxford estudar química, comecei a refletir sobre se aquilo faria sentido. Mais tarde conheci Joanna (sua atual esposa) e percebi que a força dos argumentos que levam a Deus é mais satisfatória do que a que leva ao ateísmo.
ÉPOCA - Vocês e Richard Dawkins são amigos? McGrath - Não, somos apenas professores da mesma universidade. Nós estamos presentes em alguns congressos e nos encontramos. Somos cordiais. Mas não posso dizer que somos amigos. Nós nos conhecemos mais pelas publicações que um e outro produziu. E nossas divergências também aparecem no que escrevemos.
ÉPOCA - Você diz que Dawkins se tornou um fanático. Qual a sua suspeita? McGrath - A agressividade de Dawkins é reflexo de sua frustração. Ele passou a ser mais agressivo porque sabe que a religião está cada vez mais presente na vida das pessoas. Ele convoca seus leitores para militar contra a religião e rompe com sua própria argumentação. Seu único argumento é de que a religião não descobriu nenhum indício sobre a existência de qualquer realidade que não seja a natural. É por frustração que ele afirma que toda a religião é perniciosa e deve ser banida da sociedade.
ÉPOCA - Quais seus argumentos para acreditar que Deus existe? McGrath - Neste meu livro, eu realmente não dou argumentos para acreditar em Deus, mas rebato os de Dawkins. A forma como você acredita em Deus dá sentido ao mundo. Acreditar em Deus traz esperança e motivação para se manter vivo e se relacionar com as pessoas.
ÉPOCA - Você acredita na evolução? McGrath - Eu discordo de Dawkins em sua insistência de que a evolução biológica exclui Deus do processo. Não entendo como ele chegou a essa conclusão. Na minha opinião, as duas coisas são compatíveis.
ÉPOCA - As pessoas religiosas têm a moral mais desenvolvida que os ateus? McGrath - Não quero dizer que ateus são pessoas ruins. O que quero dizer é que acreditar em Deus dá habilidade e ferramentas para tratar melhor deste assunto.
ÉPOCA - Dawkins diz que é importante submeter a fé a um exame crítico. Você acredita nisso? McGrath - Sim, acho que isso é uma importante coisa a se fazer. Acredito que todo mundo deveria submeter suas crenças a um exame crítico. Sempre. A razão pela qual sou cristão é porque submeti minhas crenças e descobri que elas não ficavam em pé. Para mim, acreditar em Deus tem razões muito mais robustas.
ÉPOCA - Quando a ciência não pode explicar Deus? McGrath - Penso que a ciência é extremamente efetiva para explicar o mundo natural. Mas quando tenta explicar questões como valores ou significados, não acredito que ela consiga com êxito. Dawkins diz que a ciência pode explicar todas as coisas. Eu digo que acreditar em Deus ilumina partes da vida que a ciência não pode explicar. As duas podem trabalhar muito bem juntas.
ÉPOCA - Você votaria em um candidato ateu? McGrath - Eu não escolheria meu candidato considerando a religiosidade dele. Dawkins exagerou no preconceito. Eu não cultivo o preconceito que ele próprio tem. Há um grande preconceito dentro da universidade, especialmente contra cristãos.
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12/05/2008 |
Daniel Vieira
Graça contrasta-se com merecimento, mas não com esforço.
Dallas Willard Todo pastor, mais cedo ou mais tarde, enfrenta as demandas contraditórias de ser um profissional e estar no ministério. Isso porque essas duas realidades podem entrar em conflito. Um profissional tem uma agenda a cumprir, credenciais para manter, uma escada profissional a percorrer. Detalhes inadiáveis se sobrepõem à solitude; o tempo necessário à relação com Deus pode ser subtraído por urgências administrativas. A rotina de serviço dá lugar a uma postura de gestor. Assim, uma vida de simplicidade e cuidado de almas é colocada de lado pela ambição e expectativa.
Assim como médicos, advogados e outros profissionais hoje em dia, pastores sentem que suas condições de trabalho estão em conflito com o seu chamado. O crescimento dessa frustração causa a perda da paz e da alegria. Mas, as coisas não precisam ser assim. O próprio Jesus, bem como tantos de seus seguidores ao longo dos tempos, encontraram sua força no servir. O único Deus a quem servimos colocou em nossas mãos as chaves para o Reino, conforme Mateus 16.19. Apesar dos séculos de controvérsias eclesiásticas sobre o significado desta passagem, precisamos entender simplesmente que a nossa confiança em Jesus como o único a quem "foi dada toda a autoridade nos céus e na terra" (Mateus 28.18) nos permite ter acesso às riquezas de seu Reino. Isto nos torna possível realizar nosso trabalho e viver nossas vidas na força, alegria e paz de Cristo.
Possuir as chaves significa primeiramente "aproveitar o acesso". Imagine um homem que mantém cuidadosamente suas portas fechadas e suas chaves em mãos, mas que nunca entrou em sua casa! Ter acesso ao Reino e viver nele é o que importa. Numa tradução livre, outra célebre passagem do evangelho de Mateus pode ser entendida assim: "Busque mais do que tudo, agir conforme o Reino de Deus e possuir seu tipo de bondade, e todas as outras coisas que você necessitar lhe serão acrescentadas". Paulo lembrou aos romanos: "Aquele que não poupou seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos dará juntamente com ele, e de graça, todas as coisas?".
Mas se a abundância está aqui, suficiente para derrotar as "portas do inferno", porque não nos aproveitamos dela? Precisamos de uma chave para as chaves. A abundância de Deus não é recebida passivamente e não nos é outorgada por acaso. A abundância de Deus é reivindicada e colocada em ação por nossa busca inteligente e ação. Precisamos agir em conjunto ao mover da vida do Reino de Deus que vem através do nosso relacionamento com Jesus.
Não podemos fazer isso, é claro, simplesmente sozinhos. Mas precisamos agir. Graça contrasta-se com merecimento, mas não com esforço. Um esforço decisivo, sustentado e bem dirigido é o caminho de acesso às chaves do Reino e a uma vida de força e paz no ministério.
Bem como eu disse vou começar uma historia (estória pra alguns) sobre um ministério que se chama PERVA (nome fictício para não criar um atrito com a liderança real do ministério). Gostaria de deixar bem claro que não quero ofender, mas quero mostrar como que é por trás de um ministério.
Eu gosto desse nome PERVA, porque PERVA pode ser uma anedota de PERVESÃO que pela Wiki como: Perversão é um termo usado para designar o desvio, por parte de um indivíduo ou grupo, de qualquer dos comportamentos humanos considerados normais e/ou ortodoxos para um determinado grupo social. Isso me molda a um pensamento, aonde que ministérios erram em determinados PONTOS do tempo. Eu não quero falar de vários ministérios eu quero falar apenas de UM o meu querido PERVA.
No dia 19 de Setembro de 2007 eu encontrei um ministério na internet muito, mais muito bacana com um conteúdo visual muito bom, na verdade eu estava buscando coisas lá fora tipo Mosaic, Marshill, estava no Flickr e PUM derrepente achei uma tal ministério que sabia aliar VISUAL (pessoas realmente bonitas, inteligente) com BIBLIA (muita bíblia e oração) minha primeira reação errada ou não errada mais de impulsão foi divulgar um post no meu blog, cara eu não sou um Paulo Coelho, coloquei um foto e um micro texto, e PUMMM vários outros blogs e amigos meus começaram a entrar na comunidade do orkut e visitar o famoso PERVA. Eu me apaixonei por esse ministério, comecei a conversar com algumas pessoas, me identifiquei com DUAS pessoas, conversamos, enrolei uns 4 PERVAS para ir e num PERVA eu resolvi aparecer, meu que coisa velho como é bom orar, adorar, muito bom mesmo. Levei 1 casal de amigos meus, para também conhecer esse ministério, na verdade eu enchi o saco de todos da minha igreja para poder conhecer eles, e qual não foi meu feedback deles, "Cara meio infantil neh". Na mesma hora eu falei, lógico que não meu, mol de Deus, e não pude observar que o conteúdo falado ali era meio "TEEN". Deve ser pelo fato de serem todos adolescentes ou a grande maioria. Eu escrevendo tudo isso me faz refletir uma segunda questão, muita gente que vai no PERVA não sabe que aconteceu várias coisas bizzaras, mas vamos lá a semana vai ser longa.
Num segundo post no meu blog eu coloquei essa seguinte frase: "Eu nunca fui (mais quero ir) descobri eles agora (não foi por acaso mesmo), mais a recepção do Vermelho, Bull e Amy me deixou inspirado em seguir cada vez mais com Jesus. (tirei os nomes porque pode ofender algumas pessoas). Eu me sentia realmente BEM recebido. Como eu fui idiota. Ou na verdade eu sou mesmo idiota de querer ser cristão simplista que vive a bíblia. Existe uma diferença entre viver a bíblia e viver a bíblia dentro de um ministério. Sabe porque? Porque eu coloquei todas minhas fichas nesse ministério e PUMMMM era só mais um ministério.
A Estrutura desse ministério é assim, foram 7 pessoas na liderança. Praticamente de igrejas diferentes, então imagina 7 cabeças pensando dentro de uma liderança de UM ministério. Não existe um líder, existe 7 cabeças pensando, o interessante é que dessas 7 cabeças nenhuma (até a época que Amy estava) pensavam diferente. Isso é mal, porque uma pensava que X era bom e outra pensava que Z era bom. No dia que eu fui no PERVA a Amy nós apresentou aquele publico, Eu e minha Esposa com meu filho, disse que éramos os "criadores" da SEXXXCHURCH, e eu pude falar 5 minutos sobre o que era a SXC, meu quantos olhos esbugalhados. Acho que durante a semana que passou a Amy e o Vermelho devem ter sofrido um estupro de e-mails durante a semana, porque nada é decidido sem 200 e-mails até o próximo PERVA.
Resumo desse post
Eu divulguei o PERVA pra muita gente, e muita gente acha que o PERVA é o que eu falei "MARAVILHOSAMENTE CRISTÃO"
7 Cabeças pensando e um ministério brincando de mandar e-mails.
Ontem, reunimo-nos eu, minha namorada, meu primo, sua esposa e minha prima (com duas tias e uma avó à parte bajulando um priminho recém nascido). Há algum tempo que nos reunimos em virtude da afinidade e amizade profunda que temos uns com os outros.
Contudo, ontem, tratei com eles sobre organizarmos e definirmos conceitualmente nosso grupo. Queremos levar a sério essa caminhada como igreja do Senhor Jesus. Como um grupo orgânico que partilham da mesma vida em Cristo Jesus.
Foi muito legal! Acabamos cantando alguns "corinhos" da Harpa Cristã. E, confesso, (há alguns anos atrás eu me abominaria por isso - rs) foi muito gostoso louvar ao Senhor com canções e letras sãs e bem elaboradas.
Todos concordaram com a necessidade de nos organizarmos e investir nessa jornada de fé. Ao fundo, o som do DVD acústico do Roupa Nova. Falamos sobre a caverna de Adulão. Onde Davi se refugiou, atraindo para si, toda estirpe de gente. Endividados, amargurados e homens em aperto se juntaram a Davi. Adulão significa justiça do povo, refúgio, esconderijo. Traçamos um paralelo entre a caverna de Adulão e a igreja. A igreja tem negado a justiça, o esconderijo, a segurança e o refúgio a tantas pessoas. Não é raro encontrar alguém rejeitado pelos irmãos de uma igreja aqui, de uma igreja ali. Essas pessoas, às vezes, diferentes dos carolas que se encontram nos templos, não tem a oportunidade de encontrar um lugar de acolhimento, de tratamento da alma. A igreja deve ser justamente como na caverna de Adulão, onde Davi acolheu os rejeitados e excluídos da nação, dando a eles a oportunidade de crescimento espiritual, de tratamento para o coração.
E é essa a nossa proposta. Há muita gente por aí excluída de comunidades religiosas por serem questionadoras, pensantes, inconformadas e por não se enquadrarem no sistema religioso vigente nessas instituições. Bem como, há muitas pessoas que estão morrendo no pecado, gays, prostitutas, ladrões, viciados e perdidos sem noção alguma do que querem na vida. Estas pessoas, são postas de lado nas grandes reuniões e rejeitadas, criando feridas e mágoas que acabam por levar essas pessoas a distanciarem-se de Deus. Pois não são maduras o suficiente para distinguir Deus das podridões das igrejas.
Nós como corpos estranhos no meio institucional, nos sentimos na obrigação de acolher estes que tem um desejo e um amor por Cristo, mas que não se identificam com a hipocrisia e demagogia de pastores e "vice-Deus" espalhados por todo canto.
Há muito tempo queima em meu coração o desejo de plantar uma igreja. E isso tem sido tratado dentro de mim. Eu mesmo tenho sido tratado de alguma forma por Deus para alguma coisa.
Talvez nada ainda esteja tão claro como gostaria! Só estamos no começo...
Semana passada, no cenário americano, um grupo de líderes, tendo como principal articulador Os Guiness, lançou Um Manifesto Evangélico - Uma Declaração da Identidade Evangélica e Compromisso Público. É uma iniciativa que se restringe aos Estados Unidos, porém com desdobramentos além mares.
O documento em si, é pesado - no sentido de ser digerido por não cristãos e leigos. São vinte páginas e realmente voltado para o contexto americano. Tem a participação de nomes que ajudam a dar consistência à iniciativa. Fazem parte do comitê que finalizou a redação, entre outros, John Huffman da Christianity Today International, David Neff editor do grupo Christianity Today, Rich Mouw presidente do Fuller Theological Seminary, e Dallas Willard professor de Filosofia da University of South California, além do próprio Os Guiness.
A assinar o Manifesto - pelo menos nessa fase inicial, (as adesões estão numa dinâmica) destaco alguns outros nomes: Darrel Bock (professor do Dallas Theological Seminary), Stuart Briscoe (pastor e autor), Leighton Ford (Leoghton Ford Ministries), Duane Liftin (Wheaton College), Stephen Strang (Charisma), e conhecidos do público brasileiro os seguintes autores: Justo Gonzales, J. P. Moreland, Max Lucado, John Ortberg, Alvin Platinga, Ronald Sider, Kevin J. Vanhoozer, e Jim Wallis.
Vem com atraso para o momento americano, mas antes tarde do que nunca.
Entre dois fogos, o manifesto faz auto crítica com relação às diferentes posturas que tem levado o público à confusão - seja na arena política, com a mensagem do Evangelho em menor destaque, seja na arena filosófica ou teológica, com muita água ou excesso de aridez, sem vida, sem amor, sem compromisso com o outro ser humano.
Como não poderia deixar de ser, o documento faz um posicionamento objetivo da crença e doutrina que os une (mesmo que conciso) - típico dos evangélicos!
A imprensa geral já deu destaque semana passada dizendo que o documento é uma autocrítica ao meio evangelical e que nasce da mão de conservadores, preocupados com a identidade desgastada do têrmo, e do uso político-representativo do segmento a que se refere, fazendo perder a força do Evangelho, ao adentrar a arena da guerra das culturas. Bem resumido de início pela CNN.
Acompanhei nesses últimos dois a três dias a repercussão na blogosfera (em Inglês) e é um balde de água fria os posts reacionários. Mas, confiemos e esperemos. Aos poucos quero divulgar alguns dos tópicos do manifesto. Mas a integra voce encontra no site An Evangelical Manifesto.
Acabei de colocar um post final para o Projeto Mandaqui, não houve ressentimentos nem rancores, o golpe mortal foi o ritmo de vida de todos que não foi possível conciliar mais. Foi uma boa tentativa, continuo orando e buscando oportunidades para iniciar uma estória comunitária nesta região da nossa cidade. Só não vai ser o Projeto Mandaqui
noreply@blogger.com (Luis F. Batista),
11/05/2008 |
Projeto Mandaqui
Preciso avisá-los que este é o último post desse blog, o Projeto Mandaqui como foi até agora não deverá existir mais, a taxa de mortalidade de projetos de plantação de igreja é bem grande e este não foi exceção. Agradeço à companhia de todos neste sonho e os encontros muito gostosos que tivemos. Logicamente que continuarei a tentar de outras formas e não deixo de orar para que possamos plantar essa comunidade em nossa região. Tenho aprendido que não se deve ter medo de ver instituições morrerem, não tenho tristeza, mas sim bastante gratidão pelos momentos que passamos juntos, graças a Deus sabemos que todos nós de alguma forma estão lutando, cada um de sua forma, pelo Reino. Não vou apagar esse blog, os posts continuarão aí como testemunho dessa experiência bastante gostosa que tivemos juntos.
noreply@blogger.com (danieldliver),
11/05/2008 |
Daniel Vieira
Direito de hoje já estava na Bíblia, dizem especialistas
por Marina Ito
A religião não tem nada a ver com o Direito, assim como este deve ser separado da religião, certo? Errado. Ao analisar trechos bíblicos, palestrantes do Colóquio Jurídico Brasil-Israel: Os 60 anos da fundação do Estado de Israel fizeram uma comparação entre as leis de Deus e as leis dos homens.
O professor Jacob Dollinger lembrou o trecho que conta a história do sogro de Moisés, Jetro. Ao encontrar seu genro julgando os problemas do povo, Jetro sugeriu que ele fosse descansar e escolhesse alguns juízes que pudessem representá-lo. Apenas as causas mais difíceis ficariam para Moisés apreciar. Criou-se a primeira e a segunda instâncias e o sistema judiciário no deserto há milhares de anos.
Já o desembargador Mesod Azulay Neto fez uma comparação entre os direitos individuais hoje em dia e o que o Direito judaico (também conhecido como Código Mosaico ou Direito Talmúdico), concebido há 3,5 anos, estabelecia. Ele contou, por exemplo, do caso em que o dono de um animal, que fere um transeunte, tem de reparar o dano que seu animal causou.
Messod Azulay também apresentou o contraditório e a ampla defesa no Direito judaico. O desembargador contou a história de Caim, que matou seu irmão Abel. Deus já sabia da resposta, mas, ainda assim, chamou Caim e perguntou se ele havia matado o irmão.
O brasileiro Mario Klein, juiz em Israel desde 2002, brindou a platéia ao contar a história de Abraão. "O juiz não sabe tudo", afirmou Klein. Ele conta que Abraão achava que Deus cometeria uma injustiça ao eliminar Sodoma e Gomorra. Foi interceder junto a Ele para que alguns se salvassem. Segundo Klein, Deus desceu em Sodoma e Gomorra para verificar o que Abraão dizia, não ficou com raiva dele. Ao perceber Abraão como um advogado, Klein lembrou de que é preciso ter coragem para exercer tal função.
Segundo o desembargador Mesod Azulay Neto, houve uma influência do judaísmo na sociedade moderna. "Entretanto, mesmo historiadores subestimam a contribuição que o Direito judaico teria dado na evolução da sociedade", afirma.
Azulay acredita que, apesar de apresentar preceitos elevados, o Direito judaico não foi reconhecido como um dos influenciadores de todo o Direito que temos hoje. Para ele, o desprezo pelo Código Talmúdico e sua influência vem de historiadores antigos que viam os judeus de forma errada. "Lamentavelmente, ainda existe o preconceito", afirma.
Instruções para abrir a embalagem do sabonete Sunlight:
1) Identifique a flecha de abertura. 2) Pressione com o dedo até o ponto indicado para abrir. 3) Dissimule. Sou um jovem escritor que não tem outra oportunidade a não ser esta para se conectar com seus leitores. Finja que segue abrindo esta estúpida embalagem e eu lhe direi umas verdades. 4) Os vendedores de elixir nos convidam todos os dias a esquecer as dores e a manter a alegria em ânimo. 5) A medicina aconselha cosmovisões otimistas por crer que são melhor para a saude. Ao que parece, a verdade prejudica a função hepática. 6) Continue. Siga a linha pontilhada na direção da flecha.
Esta é uma goiaba roubada de Alejandro Dolina (conheça mais sobre ele no Youtube), me foi apresentado pelo Leandro Raposo no M&M e tem o texto completo em Castelhano original aqui.
- As tristezas não ficam para sempre, quando caminhamos em direção àquilo que sempre desejamos. - Sempre é preciso partir? - Sempre é preciso saber quando acaba uma etapa na vida. Se você insistir em permanecer nela além do tempo necessário, perde a alegria e o sentido do resto. E se arrisca a ser sacudido por Deus. - O Senhor é duro. - Só com os escolhidos.
Provavelmente Paulo Coelho represente hoje, num alcance até internacional, o mais importante ícone da Magia. Estou aqui colocando Magia como algo genérico, sem adjetivá-la. Ele é o nosso Mago, por mais que queiram colocar Lula em seu lugar - e aqui tem trocadilho.
Há no território nacional uma fascinação tremenda pela Magia. E nesse chão fértil prospera uma boa parcela da igreja evangélica (ou assim definida como tal). Visite uma loja típica de DVDs desse segmento e abundam exemplos do que digo, em contínua degustação nos televisores assentados no balcão. São pastores, missionários, pregadores, e até crianças manifestando atos de plena ou parcial magia. Soma-se o histriônico, o discurso bravo - de estilo bronca e revolta, com pitadas exageradas de gritos, berros e concordes, com pequenas encenações centrais ou periféricas (que vão desde paletó que como capa de toureiro derruba prisioneiros enfileirados assistindo a pregação até individuos que dançam em círculos, deitados no chão).
Verifique o profetismo-espiritismo-travestido onde ordens e determinações são manifestas em representação mágica de Deus. Sem dor, sem processo, sem maturação: instantâneo.
"Aí sim, é disso que gosto e que preciso."
Um povo inculto, inocente-útil que não só obedece e venera como também contribui financeiramente para permitir que tal qual um círculo virtuoso, se auto alimente, permanecendo o que é e está errado, de maneira cada vez mais forte.
Quem é responsável - se não culpado? Aqueles que se deixam, aqueles que perpetuam, nós que nos calamos e desprezamos e nos tornamos indiferentes?
Paulo Coelho é um ícone da Magia. Sem perceber que há uma escola para se matricular.
Medo de mim mesmo! Logo que vi a criativa montagem do meu amado amigo Cris de Jundiaí-SP, me veio a mente a frase que sempre digo de forma bem humorada e crítica a alguém que diz ter medo de espírito ruim ou de Deus. " Não tenho medo, mas respeito e amizade com Deus, pois Ele é meu amigo! Tenho desprezo pelo capiroto idiota pois ele não pode me tocar. Mas confesso ter medo de mim mesmo!"
Parem de pensar em Deus como as vítimas de os jogos mortais pensam no implacável e justiceiro John! Deixem o diabo na dele... não acresncenta em nada culpa-lo o requisita-lo tanto por suas desgraças! Pois pense bem, Deus quer e te cobre é de amor e graça e não de vingança! E quanto ao resto é... nem vou mais falar!
Preste atenção em seu real inimigo: VOCÊ!!! É a gente que causa maioria de nossos problemas.
PS. Quando entendemos que o maior inimigo que devemos dominar somos nós mesmos, ou o impostor, como escreveu profundamente Brennan Manning em O impostor que vive em mim, conseguimos também compreender que há menos culpa nos fatores externos como o diabo, o mundo e o pecado que em nós mesmos. Na verdade somos culpados... E se não fosse a Graça de Cristo, continuaríamos sendo!
noreply@blogger.com (danieldliver),
09/05/2008 |
Daniel Vieira
De repente, um grande momento de esperança me inundou. Suponha, apenas suponha que Deus é como um pai. Se meu pai terreno colocaria tudo de lado para me ouvir, não faria isso meu Pai também? [...] Tremendo de emoção, levantei da cama, coloquei meus joelhos no tapete, olhei para o céu e, num novo e rico entendimento, chamei Deus de "meu Pai". Eu não estava preparada para o que aconteceu.
De repente, a sala não estava mais vazia. Ele estava lá! Pude sentir sua presença. Pude sentir sua mão gentilmente colocada na minha cabeça. Foi como se pudesse ver seus olhos, cheios de amor e de compaixão. Ele estava tão perto que me vi deitando a cabeça em seus joelhos, como uma garotinha se senta aos pés de seu pai. Por um longo tempo fiquei lá ajoelhada, soluçando calmamente, flutuando em seu amor. Eu me peguei falando com ele, pedindo desculpas por não tê-lo conhecido antes. E novamente veio sua compaixão amorosa, como um cobertor quente me envolvendo. [...] Alcancei a mesa ao lado da cama, onde guardava a Bíblia e o Alcorão lado a lado. Peguei os dois livros e os ergui, um em cada mão. "Qual, Pai?", disse eu. "Qual é o seu livro?"
Então, algo marcante aconteceu. Nada parecido com aquilo havia acontecido na minha vida, nunca daquela forma. Pois ouvi uma voz dentro do meu ser, uma voz que falava comigo de forma tão clara, como se eu estivesse repetindo as palavras no interior de minha mente. As palavras eram tenras, cheias de carinho e, ao mesmo tempo, cheias de autoridade. A voz perguntava, "Em qual livro você me encontrou como Pai?".
A princesa muçulmana Bilquis Sheikh conta como a paternidade de Deus quebrantou seu coração.
semana que vem começa minha saga de contar pra voces uma pequena mini serie de historia sobre uma estoria ou historia como alguns surgerirem, essa (es) historia chama PERVA um ministerio que guarda muita coisa debaixo do tapete. vou postar até um MP3 de uma reunião (onde rolou até “se X pessoa for X’s pessoas não participam) linda. claro tudo sem nomes claro… tudo isso porque deletam UM topico, toda ação tem sua reaçao.
Agora que estou com um rádio no carro que aceita o que o meu MP3 toca, estou conseguindo dar conta de boa parte daquilo que estou baixando. Um Podcast que eu recomendo e que está á disposição é o da conferência Exponential que foi realizada no mês passado em Orlando, teve um grupo do Brasil que esteve lá e por conta disso eu comecei a fuçar um pouco no site, eles levaram uns conferencistas excelentes para falar a respeito de plantação de igreja e lá você vai poder ouvir, Wayne Cordero, Alan Hirsch, Tim Keller, Rick Warren etc... Ontem eu pude ouvir uma mensagem do Bill Hybels, fazia tempo que não ouvia nada dele e me identifiquei muito com ele quando ele descrevia a história do começo da Willow Creek, muito bom! Quando ouvi ele falando a respeito de se andar pela fé e não por aquilo que se vê. Quando se caminha contando com as pessoas que ainda não estão com você ou com recursos que ainda se está longe de se ter é uma grande loucura, mas faz parte da grande aventura que Deus nos chama a trilhar. Passando de alguém bem pouco emergente para o outro extremo, antes de ontem pude ouvir uma mensagem de Shane Claiborne, a mensagem foi dada na conferência do Mustard Seed Associates: "The New Conspirators", boa parte das palestras estão à venda por US$ 3.00 cada e eu já separei para comprar assim que puder, as mensagens do Mark Scandrette sobre paternidade intencional, do Eugene Cho, sobre o Quest, da Chistine Sine sobre os ritmos de vida e com Tom Sine sobre as ações para se praticar tudo isso. A do Shane Claiborne, Radicais normais agindo nas ruas, é gratuita, por isso que a ouvi, e é muito boa também. A gente consegue ter mais idéia até onde está chegando essas ações emergentes através desse pessoal que está radicalizando sua busca a Jesus Cristo com ações poderosas nas comunidades. É um cara que está cada vez mais presente nas conferências, principalmente depois do último livro dele "Jesus for President", e você precisa ouví-lo.
MSN is another software with amnesia. It forgets my password many times during the day. Why does it always promise to save it, only to forget it 3 minutes after? And it asks me if I forgot my password. No I didn't, Mr. MSN. You did!