Para desenvolver uma comunidade saudável, a melhor abordagem pode na realidade envolver deixar claro que ninguém está começando tal comunidade e que não haverá um suporte pastoral, que ninguém vai ser encarregado com a tarefa de tomar o dinheiro e distribuí-lo em nome das pessoas, e que ninguém vai ser responsável por chamar você se começar a parar de atender os eventos. Em breve, deve estar claro que o grupo não dá a mínima para a necessidade das pessoas. Enquanto isso pode parecer profundamente desatencioso, a razão para afirmar isso é na verdade para ajudar a prover um solo saudável para florecer um real suporte pastoral e financeiro.
Provendo um espaço sem equipe de recepção ou grupo de suporte pastoral significa que os indivíduos precisam tomar a responsabilidade por convidar e cuidar dos outros por si mesmos. Aqui o propósito de se estabelecer o grupo não é criar uma nova divisão sacerdote/leigo, mas ao invés disso recusar-se a trabalhar na função de um sacerdote para então encorajar um sacerdócio de todos os crentes ( 1 Pedro 2;9; 1 Peter 2;4-5; Apocalipse 1;2-6, 5:6-10.), oferecendo suporte pastoral relacional e mutuamente dependente. Isso não significa que não haja lugar para liderança, aqui o líder é quem tenta impedir qualquer pessoa, incluindo o líder, de abusar do espaço e se apossar da tarefa de ‘sacerdote superior’. Em tal espaço existe uma recusa radical, por aqueles que organizam a reunião, de se apossar da responsabilidade pastoral. Por recusar o lugar de poder, os “pastores” equipam a todos para ser cada um, um pastor, simultaneamente desencorajando uma dependência doentia da parte daqueles que atendem.
Desta maneira podemos focalizar mútuo pertencimento como iguais na luz do evento de fé. Em mantendo o foco sobre o milagre de fé, um contexto assim em qual relacionamentos genuínos podem se desenvolver e florescer. Invés da idéia política e privatizada de um relacionamento envolvendo duas ou mais pessoas vigiando uma outra enquanto tampam o mundo a fora, uma que forneça o contexto para relacionamentos em quais as pessoas olham rumo a tal horizonte comum, que entrem numa íntima proximidade com os outros.
Peter Rollins em seu livro “the fidelity of betrayal: towards a church beyound belief”
Conheça o original aqui.
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